Domingo, 25 de Setembro de 2016

A_BULA_SETEMBRO_2016_FERNANDO_AGUIAR

NO que diz respeito à posologia dos comprimidos literários, um tudo nada pode ser muito pouco, para quem sofre de dependência literária. O melhor é deixar ao critério de cada um a toma da dosagem que mais se lhe adequa. É o que se aconselha a quem optar por ler a BULA deste mês de setembro, que é composta por sete comprimidos literários e ilustração de Fernando Aguiar. Não esquecer que o titular daAutorização de Introdução no Mercado e Fabricante d’A BULA é o Correio do Porto e que foi aprovada pela última vez no dia 31 de agosto de 2016.

 

Para fazer download clicar aqui.

 

Ver dobragem d’ A BULA  aqui.

 

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Farmácias de Serviço:

Asa de Mosca
Biblioteca Pública Municipal do Porto – S. Lázaro
Duas de Letra
Estação Ferroviária de Porto-Campanhã (i point)
Intervalo
Livraria Utopia
Livraria Velhotes


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 17:24

Falade baixiño_monges_cistercienses_sobrado_galiz

Exemplo de poesia visual feita pelos monges cistercienses do Mosteiro de Santa Maria de Sobrado (Galiza).

 

Sobrado dos Monges, Galiza, 16 de agosto de 2016.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 17:12

mupi_tapa_peões_av_nuno_alvares_rua_rasa GAIA

Já vimos um passeio para o MUPI. Desta vez temos um MUPI tapa peões.

 

Neste local é frequente os condutores serem surpreendidos com a passagem de peões e terem de interromper a marcha de forma súbita, uma vez que o MUPI lhes tapa a vista. Por sua vez, os peões (falo por mim) quando atravessam a passadeira têm de estar muito atentos aos veículos, pois há um momento em que deixam de ver o trânsito que vem da Av. Nuno Álvares, porque o MUPI lhes tapa a vista.

 

Este jogo de esconde esconde pode ser evitado se o MUPI for afastado da zona de visibilidade, o que, aliás, deveria ser do conhecimento dos técnicos responsáveis pela segurança rodoviária municipal.

 

É uma situação que urge resolver, sem prejuízo de se rever todos os casos de MUPI implantados em zona de visibilidade.

 

NOTA: o objetivo da implantação do MUPI naquele local é entrar pelos olhos dentro do condutor quando muda de direcção para a Rua da Rasa, mas tal não é alcançado. Ao fazer a manobra o foco do condutor atento é precisamente contornar a curva e... verificar se por detrás do MUPI não sairá nenhum peão (especialmente crianças). Portanto, a leitura da mensagem (deixe o sol entrar!) é preterida pela atenção dada, curiosamente, ao que se passa nas margens do suporte da mensagem.

 

mupi_tapa_peoes_visto_da-rasa

Com conhecimento, neste mesmo dia, à C. M. de Gaia via email: tec.dpg@gaiurb.pt

 

Vila Nova de Gaia, 25 de setembro de 2016.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 16:00
Segunda-feira, 05 de Setembro de 2016

A_BULA_AGOSTO_2016_JOSÉ ALBERTO MAR

DEPOIS do sufoco que passamos em julho, tudo pode acontecer neste mês de agosto. Além do calor, próprio da época, este é o mês daliberdade distraída. É conveniente prepararmo-nos para a aventura. Por cautela fomos consultar José Alberto Mar, que nos receitou sete comprimidos literários (um deles é mais estendido). A toma deve ser acompanhada pela ilustração de Fernanda Santos. Lembra-se aos mais esquecidos que o titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fabricante d’A BULA é o Correio do Porto e que foi aprovada pela última vez no dia 31 de julho de 2016.

Para fazer download clicar aqui.

Ver dobragem d’ A BULA  aqui.

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publicado por Paulo Moreira Lopes às 20:45

"... agora o tempo tinha q fazer o seu papel…"

 


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 20:33
Sexta-feira, 26 de Agosto de 2016

Os músculos tonificados são o certificado de habilitações dos seguranças de bares e discotecas.

 

Vila Nova de Gaia, 26 de agosto de 2016.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 20:28
Quinta-feira, 25 de Agosto de 2016

casal_muita_rodagem

- Estrela, já viste este casal?!

- É um casal com muita rodagem!

 

Os nossos diálogos estão cada vez mais metafóricos.

 

Santiago de Compostela, Centro Galego de Arte Contemporânea, 18 de agosto de 2016.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 12:34
Sexta-feira, 19 de Agosto de 2016

Contrariando a vontade da mãe e o entendimento da aldeia, Pedro decidiu casar com Raquel, uma rapariga doente e com casos de loucura na família. No início tudo correu normalmente, mas a dada altura a mulher começou a dar sinais de loucura. Até que um dia o tentou matar. Desesperado, Pedro levou-a presa sobre um burro a uma capela à espera de um milagre. Depois de lá estar a mulher pareceu melhorar. À vinda, quando passavam junto a um pontão, ela suplicou-lhe para que a soltasse dizendo que já estava curada. Ele acreditou no milagre e soltou-a. Só que ela fugiu-lhe e atirou-se do pontão abaixo. Sem nada poder fazer, Pedro prosseguiu o caminho e viu uma vitela em sofrimento por ter sido atacada por um lobo, o que o fez lembrar a mulher que agora descansava em paz. Então decidiu acabar com a agonia do animal. Matou a vitela.

 

Sinopse do conto de Miguel Torga O milagre, publicado in Novos Contos da Montanha, 10.ª edição de autor, Coimbra 1981, páginas 159.

 

Sobrado dos Monxes, Galiza, 16 de agosto de 2015.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 21:25
Domingo, 14 de Agosto de 2016

rolo_pintar_chema_madoz

 Chema Madoz

 

- Pai, por que compras o jornal se tens as notícias todas na net?

 

Eu ainda sou do tempo do jornal em papel. Vou aproveitando enquanto há.

 

Vila Nova de Gaia, 8 de agosto de 2016.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 11:44
Sábado, 13 de Agosto de 2016

remoção de esplanadas

Esplanadas da Praça de Parada Leitão já estão a ser desmontadas.

Por parte da autarquia, a obra, de avultados investimentos, estava licenciada, os requerentes pagavam taxas, estava tudo conforme a lei do município. Esqueceu a autarquia (esquece a maioria) que existe a lei do Estado, superior à do município e com regulamentação específica sobre a matéria (lei especial derroga a lei geral). Se não houvesse IGESPAR o aquário nunca seria desmontado.

 

Este caso deve servir para todos nós repensarmos a atual tendência de municipalização de serviços do Estado central.

 

Aliás, há sinais em sentido contrário.

 

Por exemplo, a fiscalização e instrução dos processos de contraordenação da lei de defesa da floresta, passou para a competência exclusiva da GNR, face à ineficiência dos serviços municipais.

 

É que sempre que existe um conflito entre um particular e o Estado, por regra, o município (independentemente dos partidos) intercede junto deste a favor do primeiro. Sucedeu nas demolições na Arrábida e na Ria Formosa.

 

Quem vai permitir sancionar os potenciais votantes? Quantos embargos e consequentes demolições promovidos pelos municípios ocorreram na última década?

 

Por isso, a concretizar-se, a municipalização da educação será mais outro erro que se irá cometer. Aqui é caso para dizer: dividir para reinar.

 

A propósito, já alguém pensou no absurdo de haver no país tantos regulamentos de taxas municipais quantos os municípios. Mesmo admitindo-se que muitos regulamentos são réplicas de outros, é crível que o cálculo da taxa devida pela ocupação de um lugar na feira seja diferente de município para município?

 

E que dizer do Código Regulamentar do Município do Porto? Um autêntico monumento jurídico para gerir um pequeno território.

 

Os municípios são autênticos Estados dentro do Estado, o que gera confusão, discricionariedade, desperdício de meios humanos e financeiros e mais burocracia, quando não acompanhada da injustiça.

 

A municipalização dos serviços centrais é o resultado de uma troca de favores políticos que correspondeu, na fundação da nacionalidade, à concessão de forais. O fenómeno repete-se.

 

Concluindo, quanto mais poderes os municípios subtraírem ao Estado, mais fraco será o Estado. Isto já para não falar da conversão de atividades de natureza pública em áreas de negócios privados. Como sejam, a título de exemplo, o exercício do poder de autoridade do Estado por privados (fiscalização dos parquímetros) e o exercício do poder de autoridade a favor de determinados privados (os gratificados da PSP).


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 00:00
"Vou falar-lhes dum Reino Maravilhoso. Embora muitas pessoas digam que não, sempre houve e haverá reinos maravilhosos neste mundo." Miguel Torga in Portugal, 7.º edição, pág. 23, Dom Quixote
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