Sábado, 22 de Dezembro de 2012


Para serem lidas nas diversas aceções da palavra. Mas se perguntarem ao autor qual delas corresponde a cada uma das histórias, tendo em conta que no momento da sua escrita o sentido das mesmas ficou entre ele e Deus, e que, entretanto, aquele já se esqueceu do espírito com que as escreveu, terão de perguntar a Deus qual a verdadeira aceção da história. Não se ria o leitor desta advertência, pois o esquecimento não tem graça nenhuma.


publicado por Paulo Moreira Lopes às 14:49
São factos do quotidiano, aparentemente sem qualquer importância, aos quais o autor dá a relevância do absoluto, do todo. É a sua obra-prima, sem prejuízo de outro entendimento.
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Histórias mal contadas (Pré-publicação)
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