Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2013

Cão carnívoro.

 

Paulo Moreira Lopes, in Cão noturno e glossário canino, no prelo.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 23:36
Terça-feira, 29 de Janeiro de 2013

Cão brincalhão.

  

Paulo Moreira Lopes, in Cão noturno e glossário canino, no prelo.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 23:27
Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2013

Cão com história.

 

Paulo Moreira Lopes, in Cão noturno e glossário canino, no prelo.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 22:33
Domingo, 27 de Janeiro de 2013

Tempestade com latidos.


Paulo Moreira Lopes, in Cão noturno e glossário canino, no prelo.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 23:12
Domingo, 27 de Janeiro de 2013

Cão que anda de carrão.


Paulo Moreira Lopes, in Cão noturno e glossário canino, no prelo.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 00:21
Sábado, 26 de Janeiro de 2013

 

Desaguo na ponte pelo afluente que brota de sul. À medida que subo o tabuleiro, os meus olhos vão comendo a lonjura[1] pejada de nuvens de carvão[2]. No cume do arco fico a descoberto. Desprotegido. O céu vai desabar de saturação e eu não quero estar ali na hora. Acelero. Desço à bolina. Mas ainda antes de me afundar no vale, tenho tempo para o medir de alto a baixo (é o tempo de duas ou três guardas de segurança). De regresso ao volante dou comigo a refletir: continua como se nada fosse, tenso e imperturbável, quer faça chuva, quer faça sol. A rir-se das minhas fraquezas climatéricas, por certo. E ao pensar que ele pensa assim, fico perturbado. Quando estou a saltar para a outra margem, caio na asneira (não no rio) de o espreitar lá no cimo e contemplá-lo em toda a sua plenitude e grandeza. Com os tirantes fincados sobre o estrado que atravessa o rio betuminoso, lá estava ele a desafiar tudo e todos, incluindo eu. Tive, então, a certeza absoluta de que gozava com a minha fragilidade. Fico atirantado de vez.

 

Ponte do Freixo (A 20), 08:56:19, do dia 22 de janeiro de 2013 (mas escrito só depois de recuperado do atirantamento), percorrida ao som de Don'T Know Why, Norah Jones, via SMOOTH FM. (terá sido ela quem, afinal, realçou a minha fragilidade ou me atarantou?)



[1] Inspirado no poema Paz na montanha (1964), de Luís Veiga Leitão, in A bicicleta e outros poemas, edição da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto (leitura sugerida por Francisco Duarte Mangas).

[2] Curioso: sem querer (será assim?) associei o verbo pejar com o substantivo carvão, sendo que desde miúdo, por força dos noticiários, venho ligando Pejão a carvão. O que fiz agora acaba por ser ofício de mineiro (recolher nas profundezas da memória as palavras que mais me convém). 


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 13:14
Sábado, 26 de Janeiro de 2013

Dentes de cão.

 

Paulo Moreira Lopes, in Cão noturno e glossário canino, no prelo.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 11:37
Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2013

Lugar onde se guardam cães até ao número de mil.


Paulo Moreira Lopes, in Cão noturno e glossário canino, no prelo.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 21:52
Terça-feira, 22 de Janeiro de 2013

O mesmo que cama de sem abrigo.

 

Paulo Moreira Lopes, in Cão noturno e glossário canino, no prelo.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 22:38
Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2013

Cão que chora muito.

 

Paulo Moreira Lopes, in Cão noturno e glossário canino, no prelo.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 21:13
São factos do quotidiano, aparentemente sem qualquer importância, aos quais o autor dá a relevância do absoluto, do todo. É a sua obra-prima, sem prejuízo de outro entendimento.
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