Sexta-feira, 30 de Maio de 2014

 Chema Madoz

 

- Pai, tu és advogado ou argumentista?

 

Será que não posso exercer as duas funções ao mesmo tempo? Ser argumentista quando exerço advocacia e advogado quando escrevo sobre assuntos extra foro?

 

Vila Nova de Gaia, 29 de junho de 2014.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 20:28
Segunda-feira, 26 de Maio de 2014



publicado por Paulo Moreira Lopes às 23:57
Domingo, 25 de Maio de 2014

 

Para além do gosto de palavrear, a Inês tem a tendência, talvez sem o saber, de frequentar lugares onde se acede por estradas amplas e airosas. Por isso (quem sabe?), não é nada de atalhos. Hoje, quando tem aulas, vai da Senhora da Hora, atravessa a Circunvalação e num instante chega à faculdade de medicina. Há uns anos atrás, até completar o 12.º ano, tinha ainda de passar pela Avenida Boavista. E foi, precisamente, entre ambas as artérias que passou muitos dos dias da infância a passear e a inspirar-se para as histórias que nos vem contando. 



publicado por Paulo Moreira Lopes às 00:19
Sábado, 24 de Maio de 2014

 

A solução técnica para evitar a nidificação das cegonhas nos pórticos foi muito simples.

 

Mais um momento de prazer: confrontar o absurdo do passado com a limpeza[1] do presente.

 

Sob os pórticos da A25 em Angeja, Aveiro, 22 de maio de 2014.



[1] Nos dias de hoje e em certos meios usa-se o termo clean.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 13:46
Quarta-feira, 21 de Maio de 2014

 

Fuji ao trânsito da VCI e dei comigo parado em frente ao Palácio da Bolsa à espera de entrar na fila em direção ao túnel (só depois soube que o túnel estava em obras).

 

Forçado a parar naquela praça revivi as anteriores ideias que sobre a mesma venho alicerçando. Todas têm o mesmo sentido: a praça está cega. Os edifícios situados em frente à estátua do Infante Dom Henrique tapam as vistas a quem a contempla. O nosso olhar dirige-se inevitavelmente para baixo (parece íman), à procura do rio que se pressente por detrás dos prédios.

 

Apetece, por isso, derrubar aquela barreira para se poder usufruir da beleza do rio e da paisagem da outra margem.

 

Só a representação daquela possibilidade me satisfaz. Foi o que me valeu para suportar a espera.

 

Em frente ao Palácio da Bolsa, Porto, 20 de maio de 2014.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 00:05
Domingo, 18 de Maio de 2014



publicado por Paulo Moreira Lopes às 00:00
Sábado, 17 de Maio de 2014

Notificado do despacho:

 

“Subam os autos ao Supremo Tribunal Administrativo.”

 

Questionei-me: se o tribunal está em Braga e o STA em Lisboa, os autos não deveriam descer?

 

Enfim, é o sobe e desce do formalismo jurídico.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 23:40
Sábado, 17 de Maio de 2014

 

Nasceu em Oliveira de Azeméis e há muito vive no Porto, freguesia de Ramalde. Trabalha com e sobre as palavras. Quando as palavras não lhe bastam, ilustra: imagens furtadas à realidade (ou à ficção?). Quando as palavras e as imagens não lhe bastam, desenha. Quando as palavras e as imagens e os desenhos não lhe bastam, faz tangram. Quando as palavras e as imagens e os desenhos e o tangram não…  Desiste. Ou insiste. 



publicado por Paulo Moreira Lopes às 10:34
Domingo, 11 de Maio de 2014

 



publicado por Paulo Moreira Lopes às 20:00
Sábado, 10 de Maio de 2014

 

 

É Maio e o vírus da constipação não tem assim tantos motivos para ser mimado, o que não impede Elisabete Gonçalves de nos receitar uma alternativa para o maltratar e em que se dispensa o paracetamol e o leitinho com mel. A autora também nos sugere ver o mundo por outro prisma, a não complicar o que é tão óbvio e a sonhar diariamente com um mundo novo e justo. Por fim, ainda há espaço para uma lição de civismo à moda do Porto. O titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fabricante d’A BULA é o Correio do Porto e foi aprovada pela última vez no dia 30 de abril de 2014.

 

Para fazer download basta clicar na imagem.

 

Ver criação d’ A BULA  aqui.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 00:11
São factos do quotidiano, aparentemente sem qualquer importância, aos quais o autor dá a relevância do absoluto, do todo. É a sua obra-prima, sem prejuízo de outro entendimento.
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