Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2015

PAPEL-PENSANTE: MAPA por RAMÓNMEMÓRIA descritiva: sobre o fundo de um mapa dos rios portugueses está aposto: PAPEL-PENSANTE e o texto – Tenho veias de sangue azul. da autoria de Ramón Gómez de la Serna publicado in Greguerías, uma seleção e tradução de Jorge Silva Melo, Assírio & Alvim, 1998, página 50.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 23:14
Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2015

E público e notório que os colégios privados, na sua maioria, inflacionam as notas. Descobriu-se agora que certas escolas públicas, pelo contrário, desvalorizam os conhecimentos dos alunos.

 

Como resolver o problema mantendo o status quo?

 

Basta criar uma fórmula matemática em que a inflação ou deflação da nota interna comparativamente à do exame nacional seja penalizada ou beneficiada conforme o grau de inflação ou deflação.

 

A ser aplicada por este Governo seria a fórmula de Crato.

 

Vila Nova de Gaia, 23 de janeiro de 2015.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 22:49
Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2015

A BULA JANEIRO 2015O ano principia em janeiro. O inverno já principiou em dezembro. Tudo principia no princípio. Exceto o poema. O poema principia no fim. É o que nos revela Luís Veiga Leitão num dos comprimidos literários que compõem A BULA de janeiro. Além daquele temos mais seis comprimidos preparados com metáforas para todas as idades. O princípio ativo é sempre o mesmo: a imaginação. A ilustração é do próprio poeta e de Augusto Baptista. O titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fabricante d’A BULA é o Correio do Porto, tendo esta sido aprovada pela última vez no dia 31 de dezembro de 2014.

 

Para fazer download basta clicar na imagem.

 

Ver criação d’ A BULA  aqui.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 23:50
Domingo, 11 de Janeiro de 2015

Francisco Duarte MangasPorque as ideias são como as cerejas, a propósito da publicação de “A fome apátrida das Aves”, desafiamos Francisco Duarte Mangas a atirar sobre lebres perguntas. A caçada foi rica e variada: temos respostas que são como a carriça, de biografia mínima, outras como a andorinha, a contrabandear o tempo (a infância é a que tem mais procura) e outras como a gralha, a reinventar a língua. Para facilitar a estranha veação, não vimos o feitor e pudemos entrar e sair sem sobressalto na brévia. Para que conste, não levamos o furão por ser uma palavra bravia.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 13:09
Quinta-feira, 01 de Janeiro de 2015

Chema Madoz (prenda de cubo de gelo)- Pai, não podemos passear mais um bocado? É que o dinheiro que demos ao arrumador ainda dá para mais tempo.

 

A noite estava fria e a volta até tinha sido longa. Portanto, era altura do regresso. Ao entrar no carro perguntei ao arrumador se o dinheiro que tinha dado chegava para o tempo do estacionamento, ao que me respondeu que sim, mas se eu quisesse dar mais agradecia. Não dei mais porque a noite estava muito fria.

 

Rua das Carmelitas, Porto, 1 de janeiro de 2015.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 23:29
Quinta-feira, 01 de Janeiro de 2015

Chema Madoz (mala com terra)- Pai, estes prédios estão embriagados ou embargados?

 

Não respondi. Ele sabe muito bem que em ambos os casos o resultado é o mesmo: o abandono. Suspende-se a vigília ou uma obra. Abandonamos a lucidez ou o trabalho. Até ver!

 

A4, na subida para Balselhas, Campo, Valongo, logo a seguir ao rio Ferreira, para quem vem de Paredes, 31 de dezembro de 2014.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 23:26
São factos do quotidiano, aparentemente sem qualquer importância, aos quais o autor dá a relevância do absoluto, do todo. É a sua obra-prima, sem prejuízo de outro entendimento.
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