Sexta-feira, 30 de Junho de 2017

 

 



publicado por Paulo Moreira Lopes às 09:39

 



publicado por Paulo Moreira Lopes às 09:37

 



publicado por Paulo Moreira Lopes às 09:34

 



publicado por Paulo Moreira Lopes às 09:31

 



publicado por Paulo Moreira Lopes às 09:29

 



publicado por Paulo Moreira Lopes às 09:21
Segunda-feira, 12 de Junho de 2017

 



publicado por Paulo Moreira Lopes às 22:37
Domingo, 11 de Junho de 2017

Para um tempo que fica

Doendo por dentro
E passa por fora
Para o tempo do vento
Que é o contratempo
Da nossa demora
Passam dias e noites
Os meses...os anos
O segundo e a hora
E ao tempo presente
É que a gente pergunta
E agora...e agora

 

Tempo

Para pensar cada momento deste tempo
Que cada dia é mais profundo e é mais tempo
Para emendar pois outro tempo menos lento


Tempo

Dos nossos filhos apredenderem com mais tempo
A rapidez que apanha sempre o pensamento
Para nascer, para viver, para existir
E nunca mais verem o tempo fugir

 

Ai...o tempo constante
Que a cada instante
Nos passa por fora
Este tempo candente
Que é como um cometa
Com laivos de aurora
É o tempo de hoje
É o tempo de ontem
É o tempo de outrora
Mas o tempo da gente
É o tempo presente
É agora...é agora

 

Tempo

Para agarrar cada momento deste tempo
E terminar em absoluto ao mesmo tempo
Em temporal como os ponteiros do minuto


Tempo
Para o relogio bater certo com a vida
Que um homem bom que um homem são que um homem forte
Que nao chegava a conseguir fazer partida
E que desperta adiantado para a morte



publicado por Paulo Moreira Lopes às 12:46
Quarta-feira, 22 de Março de 2017

 


Índice:

publicado por Paulo Moreira Lopes às 13:37
Terça-feira, 12 de Janeiro de 2016

 

Depois de ter viajado algumas semanas a ouvir música escolhida pelas estações de rádio, dei, um dia destes, com um disco de David Bowie (Best of Bowie) esquecido no leitor de CD do carro.

 

A partir daí, só deu Bowie (1947-2016).

 

A partir daí, o tempo mede-se em Bowie[1]. Vou de Gaia a Valongo em cinco Bowie. Para o escritório chegam-me dois Bowie e meio.

 

E o mesmo também se aplica ao espaço.

 

E às sensações, como é óbvio. O máximo Bowie é subir a VCI (A20), à noite (a partir das 20h), com pouco ou nenhum trânsito, embalado por Absolute Beginners (a ouvir-se antes do início da ponte do Freixo). É de ficar atirantado de vez.

 

Vila Nova de Gaia, 17 de março de 2013.



[1] Ver outras unidades de medida.

 


Índice:

publicado por Paulo Moreira Lopes às 20:00
São factos do quotidiano, aparentemente sem qualquer importância, aos quais o autor dá a relevância do absoluto, do todo. É a sua obra-prima, sem prejuízo de outro entendimento.
mais sobre mim
Julho 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30
31


Histórias mal contadas (Pré-publicação)
pesquisar neste blog
 
blogs SAPO
Visitantes