Sexta-feira, 24 de Julho de 2015

Inês Lourenço

PERCORREMOS a obra publicada de Inês Lourenço de trás para frente e da frente para trás, desde Coisas que nunca, Logros Consentidos, passando por Câmara Escura e pela Disfunção Lírica, à procura de opiniões, conselhos e desabafos que a poetisa, sem querer, ou, quem sabe, intencionalmente, tivesse entrelaçado entre os versos. Recolhidas aquelas aparentes manifestações de vontade da autora, devolvemo-las em forma de pergunta. O repto foi aceite e aí estão as respostas a provar que os poetas têm uma outra linguagem e um outro olhar que não o do senso comum.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 22:47
Sexta-feira, 26 de Junho de 2015

Antero de Alda clp

ANTERO de Alda nasceu em 1961. Publicou memória de hibakusha (1986) e O Século C.N.A.(1999). É um dos principais autores de poesia visual portuguesa, com E.M. de Melo e Castro, Ana Hatherly, António Aragão e Alberto Pimenta, entre outros. Os seus scriptpoemas são obras da referência no domínio da ciberliteratura. Recentemente publicou a reserva de Mallarmé, ed. GALÁPAGOS, dezembro de 2013, o que nos inspirou a propor-lhe este desafio. As respostas são em prosa com alguns versos à mistura.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 00:00
Segunda-feira, 09 de Fevereiro de 2015

Rui Manuel Amaral

Cansados de esperar pela publicação de novos contos de Rui Manuel Amaral (diz que não escreve microcontos!), fomos desafiá-lo a falar sobre algumas histórias já dadas à estampa (Caravana e Doutor Avalanche), os estados de espírito, o destino, os amigos cujos nomes ainda não conseguimos pronunciar, sem esquecer a D. Inércia de quem é muito chegado, a saúde, as obsessões (qual delas a mais grave?), os crimes cometidos sem remorsos e ainda por julgar (será que terão prescrito?). Enfim, muitas questões para quem leva o trabalho a sério.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 22:26
Domingo, 11 de Janeiro de 2015

Francisco Duarte MangasPorque as ideias são como as cerejas, a propósito da publicação de “A fome apátrida das Aves”, desafiamos Francisco Duarte Mangas a atirar sobre lebres perguntas. A caçada foi rica e variada: temos respostas que são como a carriça, de biografia mínima, outras como a andorinha, a contrabandear o tempo (a infância é a que tem mais procura) e outras como a gralha, a reinventar a língua. Para facilitar a estranha veação, não vimos o feitor e pudemos entrar e sair sem sobressalto na brévia. Para que conste, não levamos o furão por ser uma palavra bravia.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 13:09
Quarta-feira, 30 de Abril de 2014

 

Depois de lermos o “Pequeno Livro das Coisas” (Editorial Caminho) ficamos com tanta curiosidade sobre as coisas que quisemos fazer várias perguntas a João Pedro Mésseder. Enviámos-lhe dez questões difíceis, mas pertinentes, e ele não esteve cá com coisas: respondeu a todas. Leia a entrevista exclusiva e aprenda qualquer coisa sobre o falar-das-coisas. 

 

Ver notícia do prémio aqui.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 23:00
Terça-feira, 01 de Abril de 2014

 

TEO não é um cão qualquer. Tem presença assídua no mundo da internet onde debita (o verbo seria ladra?) pensamentos entre molduras (serão equivalentes a aspas?). É um cão que se importa com quase tudo, já teve parasitas e está sempre de peito aberto. Umas vezes ingénuo, outras humilde, as mais das vezes matreiro, respondeu às perguntas que lhe colocamos via email, pois não foi possível encontrá-lo na baixa, nem à noite, no escuro, um bocadinho antes de adormecermos. Além de ser de raça imaculada, é do tipo fugidio. 



publicado por Paulo Moreira Lopes às 13:10
Terça-feira, 11 de Março de 2014

 

Nós não fazemos aceção de pessoas, ele também não. Daí o desafio. Num jogo entre enigmas, aforismos, slogans, trocadilhos e muita frontalidade, Mário de Oliveira ou Padre Mário, como é comummente conhecido, confessa-se um homem de paz desarmada. Mas, acima, a meio, debaixo, antes, no entretanto e depois de tudo: um menino incorruptível. Por isso, às perguntas mais provocadoras não nos deixa ficar mal. Nem bem. Responde com naturalidade, sem papas na língua. As aparências (e aparições, para sermos mais corretos) não têm sorte com ele. 



publicado por Paulo Moreira Lopes às 23:12
São factos do quotidiano, aparentemente sem qualquer importância, aos quais o autor dá a relevância do absoluto, do todo. É a sua obra-prima, sem prejuízo de outro entendimento.
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