Domingo, 25 de Dezembro de 2016

ervas-consoladas

Nascem nas consolas dos prédios.

 

V. N. de Gaia, 25 de dezembro de 2015.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 11:14

Cresce como por encanto nas orelhas dos políticos.

 

Por Jorge Sousa Braga, publicado in O poeta nu [poesia reunida], Assírio & Alvim, 2.ª edição, abril de 2014, página 15, incluido na obra: De manhã vamos todos acordar com uma pérola no cu.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 09:11
Domingo, 30 de Outubro de 2016

ervas_suicidas_ramón

Entre os carris do comboio, crescem as flores suicidas.

 

Por Ramón Gómez de la Serna publicado in Greguerías, uma seleção e tradução de Jorge Silva Melo, Assírio & Alvim, 1998, página 48.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 22:05
Sábado, 01 de Outubro de 2016

ervas infiltradas

Nascem onde não são semeadas.

 

As da fotografia são fetos que se infiltraram pelas juntas dos hexágonos do muro de suporte da autoestrada (A44).

 

 

Vila Nova de Gaia, 1 de outubro de 2016.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 18:35
Sábado, 30 de Julho de 2016

Tem uma escada para subir pelas paredes.

 

Vila Nova de Gaia, 30 de julho de 2016.

 


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 15:45
Segunda-feira, 25 de Julho de 2016

Espanador do céu, repuxo de folhas.

 

Miguel Torga, in Diário I-VIII, Coimbra 1995, página 328.

 

Cfr: versão de Ramón.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 07:37
Quinta-feira, 12 de Novembro de 2015

Quando passa todas exclamam (as ervas):

- Foice!

 

*

 

Confrontar trocadilho do título de Pedro Ivo Carvalho: O Governo foice.

 


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 23:21
Domingo, 10 de Maio de 2015

- Agora, só o chá da erva do suporte.

- Que é isso, da erva do suporte?

- É suportar e pronto.

 

Por António Alçada Baptista in O Tempo nas Palavras, Editorial Presença, 2.ª edição, Lisboa, Dezembro, 2000, página 62


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 14:50
Domingo, 07 de Dezembro de 2014

Nascem nas dunas. O vento está sempre a despenteá-las.

 

Vila Nova de Gaia, 7 de dezembro de 2014.

 


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 13:31
Sábado, 06 de Dezembro de 2014

São as ervas que nascem entre as juntas das lajetas para mostrar que o terraço tem saudade de nós.

 

Vila Nova de Gaia, 6 de dezembro de 2014.


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publicado por Paulo Moreira Lopes às 14:23
São factos do quotidiano, aparentemente sem qualquer importância, aos quais o autor dá a relevância do absoluto, do todo. É a sua obra-prima, sem prejuízo de outro entendimento.
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