Sexta-feira, 14 de Abril de 2017

Quando acordou, o dinossauro ainda estava lá.

 

Por Augusto Monterroso

 

 *

 

Quando me levantei

já as minhas sandálias andavam

a passear lá fora na relva

 

Por Jorge Sousa Braga in O poeta nu, Gerês, Assírio & Alvim, 2.ª edição 2014, página 134.

 



publicado por Paulo Moreira Lopes às 20:23

Mil anos que eles ficassem

imóves nem mesmo assim

os teus pés ganhariam raízes

 

Por Jorge Sousa Braga in O poeta nu, Os pés, Assírio & Alvim, 2.ª edição 2014, página 96.

 

*

 

São duzentas mulheres. Cantam não sei que mágoa
Que se debruça e já nem mostra o rosto.
Cantam, plantadas n'água,
Ao sol e à monda neste mês de Agosto.

Cantam o Norte e o Sul duma só vez,
Cantam baixo, e parece
Que na raiz humana dos seus pés
Qualquer coisa apodrece.

 

Por Miguel Torga



publicado por Paulo Moreira Lopes às 20:16

arga-decore-esta-tina.jpg

Slogan das Tintas Arga


Índice:

publicado por Paulo Moreira Lopes às 19:25

espetos_moradia_valadares.jpg

Vedação espetada.

 

Valadares, fevereiro de 2017



publicado por Paulo Moreira Lopes às 19:21

onde_futuro_leva_ispgaya.jpg

 

Slogan do ISPGAYA.

 

Abril 2017.


Índice:

publicado por Paulo Moreira Lopes às 18:51

garagem do vilanovense.jpg

 

Nesta garagem guarda-se o céu.

 

Vila Nova de Gaia, abril 2017.



publicado por Paulo Moreira Lopes às 00:13
São factos do quotidiano, aparentemente sem qualquer importância, aos quais o autor dá a relevância do absoluto, do todo. É a sua obra-prima, sem prejuízo de outro entendimento.
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