Os filhos dos mortos
Somos, efetivamente, filhos dos "mortos" que revivem e reflorescem em nós. Por isso quem não dedicar, ao menos vinte por cento da sua vida a essa "conversação com os mortos", que é a leitura, pode ficar certo de que a sua cabeça ficará deserta e a sua vida vazia.
José Luís Martín Descalzo in Razões para Viver, Editorail Missões Cucujães, página 181.
