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Histórias mal contadas

São factos do quotidiano, aparentemente sem qualquer importância, aos quais o autor dá a relevância do absoluto, do todo. É a sua obra-prima, sem prejuízo de outro entendimento.

Histórias mal contadas

São factos do quotidiano, aparentemente sem qualquer importância, aos quais o autor dá a relevância do absoluto, do todo. É a sua obra-prima, sem prejuízo de outro entendimento.

07.Set.14

Alexandra Malheiro

 

Nasceu, cresceu e licenciou-se na cidade cinzenta, como a própria gosta de lhe chamar. Hoje continua refém deste território onde vem plantando afetos. Aqui vive e aqui trabalha. Este é o lugar onde sente o cheiro do manjerico pelo S. João, onde ouve o estrelejar dos foguetes (será um lugar de melodias) e de onde avista, sob a luz vertical, uma nesga de rio ou de mar. Sente que esta cidade é o começo e o fim do mundo. Tudo o que escreve tem Porto dentro. É caso para perguntar: Alexandra Malheiro, como faz para ser assim, poema a tempo inteiro? 

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