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Histórias mal contadas

São factos do quotidiano, aparentemente sem qualquer importância, aos quais o autor dá a relevância do absoluto, do todo. É a sua obra-prima, sem prejuízo de outro entendimento.

Histórias mal contadas

São factos do quotidiano, aparentemente sem qualquer importância, aos quais o autor dá a relevância do absoluto, do todo. É a sua obra-prima, sem prejuízo de outro entendimento.

21.Mai.14

Dopamina II

 

Fuji ao trânsito da VCI e dei comigo parado em frente ao Palácio da Bolsa à espera de entrar na fila em direção ao túnel (só depois soube que o túnel estava em obras).

 

Forçado a parar naquela praça revivi as anteriores ideias que sobre a mesma venho alicerçando. Todas têm o mesmo sentido: a praça está cega. Os edifícios situados em frente à estátua do Infante Dom Henrique tapam as vistas a quem a contempla. O nosso olhar dirige-se inevitavelmente para baixo (parece íman), à procura do rio que se pressente por detrás dos prédios.

 

Apetece, por isso, derrubar aquela barreira para se poder usufruir da beleza do rio e da paisagem da outra margem.

 

Só a representação daquela possibilidade me satisfaz. Foi o que me valeu para suportar a espera.

 

Em frente ao Palácio da Bolsa, Porto, 20 de maio de 2014.

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