Sete perguntas a Rui Azevedo Ribeiro
PRIMEIRO tivemos a geração dos Maneis e das Marias, depois a dos Paulos e antes que chegasse a das Inêses e dos Joões, surgiram os filhos da Ruindade. Eles são Ruis que nunca mais acabam e cada um mais diferente do que o outro. De entre os nativos desta última criação temos Rui Azevedo Ribeiro (usa dois apelidos para se distinguir dos restantes), natural da República Federal da Alemanha, vive agora a conselho no Porto, tornou-se catedrático na Diversidade e diz que o seu trabalho, as mais das vezes tridimensional, não é nenhuma região autónoma de si próprio.
